Porque gente que não presta tem sucesso

on Sexta-feira, Dezembro 04, 2009




Muita gente não entende nem se conforma com o fato de gente que não presta se dar bem sobre gente boa. Isso acontece pq essa gente é tenaz e paciente o suficiente para aguardar muitas vezes anos à fio até que o mundo dê suas voltas e as coloquem diante da situação propícia, onde aproveitam para dar seu bote certeiro sobre as pessoas boas, que em dificuldades, costumam ser inseguras e nesta insegurança esquecem de avaliar o carater daqueles que se aproximam e por fim acabam dando ouvidos à essa gente que lhe injeta o veneno em suas almas, fazendo com que desistam do que acreditam e do que amam enquanto, sem que se apercebam vão ocupando seu lugar.


Quando enfim acordam, o mal já está feito e descobrem, para sua infelicidade, que foram passadas para trás e agora é tarde, o leite foi derramado, o estrago consumado e vai ser muito difícil de recuperar e o que se perdeu.


Por isso, diante de um momento difícil, pense muito bem a quem dar ouvidos, com quem se alia, inimigos não se transformam num passe de mágica em amigos porque se solidarizam com o seu sofrimento, ao contrário, com sua “bondade” recém despertada, normalmente nos radicalizam, alimentam nossa dor pra forjar ombro amigo, porque na verdade não querem que a gente se cure, pois não suportam nossa felicidade.


(Franklin Maciel)


Susan Boyle Proud Tradução

on Quinta-feira, Dezembro 03, 2009



Toda minha vida eu vi você
escalando montanhas, perseguindo sonhos
Toda minha vida você me deu tudo
mas você não tem que dar o mundo para mim

Basta dizer que me ama como eu sou,
dizer que você me quer como eu sou,
dizem que eu sou alguém que em seus olhos,
Isso é tudo que eu quero ser
Oh, deixe-me ir, eu sei que um dia se eu for permitido,
se eu for permitido, um dia eu vou fazer você se orgulhar

Toda sua vida você deu chances
você quebrou as regras de tempo após o tempo
Toda sua vida você foi o seu próprio caminho,
Então me dê essa chance, e eu sigo o meu

Porque você não pode dizer que me ama como eu sou,
dizer que você me quer como eu sou,
dizem que eu sou alguém que em seus olhos,
Isso é tudo que eu quero ser
Oh, deixe-me ir, eu sei que um dia se eu for permitido,
se eu for permitido, um dia eu vou fazer você se orgulhar

E, tentando agradá-lo agora, é tudo que eu pareço fazer
Eu estou segurando meus sonhos para baixo, ela me quebrando em dois
Eu tenho que ser eu agora porque já existe um de vocês
Eu estou no meu joelhos para me ajudar por favor

Por favor, não me derrube
Embora você não pode vê-lo agora
um dia eu vou fazer você se orgulhar

Proud - Susan Boyle Linda música, um dia ainda vou cantar pra vc

Pedrinho e o canarinho

on Quinta-feira, Novembro 26, 2009

Pedrinho e o canarinho

*Franklin Maciel

Todas as manhãs bem cedinho, Pedrinho pulava da cama, tomava correndo seu café e saia na esperança de encontrar o rouxinol e nem percebia o canarinho cantando em frente ao seu portão.

Passava o dia todo assobiando pelas ruas chamando em vão pelo rouxinol que, se estava por lá, não lhe dava a mínima atenção. Ao fim do dia, Pedrinho voltava para casa cabisbaixo, triste de dar pena, mas não desistia, no dia seguinte, lá estava Pedrinho em sua missão de encontrar seu amado rouxinol.

Uma tarde, quando voltava para casa depois de mais uma busca frustrada pelo rouxinol, caiu uma tempestade e Pedrinho ensopado, exausto, sentou ao meio fio da calçada e pôs-se à chorar copiosamente de sua solidão, disfarçando suas lágrimas na chuva..

O canarinho que a tudo assistia comovido, pousou então no ombro de Pedrinho e em seus ouvidos cantou sua mais bela canção de Amor.

Foi então que Pedrinho, recobrando suas forças, enfim percebeu todo o amor do canarinho que todos os dias o procurava em seu portão.

A chuva passou e veio um arco-íris e com ele a alegria voltou ao coração de Pedrinho.

Pedrinho então abriu seu portão ao canarinho e nunca mais ninguém ouviu falar do rouxinol.

Franklin Maciel



O Poeta, a Rosa e o Rouxinol

on Quarta-feira, Novembro 18, 2009

O Poeta, a Rosa e o Rouxinol

(Continuação de O Rouxinol e A Rosa de Oscar Wilde) * Franklin Maciel

O poeta decidira se matar

Cansado de remar contra a correnteza nesse mundo de incoerências onde a única certeza é girar na contramão, procurava o poeta pela cidade o prédio mais alto e adequado para seu último ato.

Coração angustiado, cada passo que dava trazia uma despedida.

Despediu-se das ruas e avenidas pelas quais caminhou por toda a vida, da banca de jornais e revistas, da biblioteca, da câmara da cidade onde insistiu por tantos anos por leis justas, passou em frente a casa da mulher que tanto amou, deixou um beijo e um último olhar de herança na caixa de correspondências e seguiu em frente.

Parou na praça onde os poetas se reuniam no passado para suas utopias e suspirou de saudade daqueles dias e, ao erguer a cabeça, enfim encontrou o prédio que tanto procurava para sua derradeira aventura de Ícaro.

Parou por alguns instantes, olhou tudo ao redor e, respirando fundo, começou a atravessar a avenida fora da faixa de pedestres como último ato de rebeldia.

Mas, ao atravessar a avenida, cruzou em seu caminho com um rosa vermelha esmagada no chão.

Ajoelhou-se ante a rosa tão machucada quanto seu amante coração e, com todo cuidado, colheu-a do asfalto enquanto motoristas irritados insistentemente buzinavam e xingavam para que aquele louco saísse do meio da rua pois tinham pressa, muita pressa em nunca chegar em suas vidas sem sentido.

Calmamente levantou, atravessou a rua e, com a rosa nas mãos subiu até o topo do prédio.

No beiral do prédio, colocou com cuidado a rosa no bolso da camisa bem em cima de seu coração e, fechando os olhos, abriu os braços com um pássaro que se prepara para voar.

Seu coração naquele instante bateu tão forte que, por instinto, levou com força suas mãos ao coração, esmagando contra o peito a rosa que trazia na camisa e seus espinhos perfuraram seu peito e atingiram seu coração.

E uma vontade incontrolável de cantar assomou-lhe o coração!

O mundo cinzento, cruel, insípido e insensível, visto lá de cima, foi ficando colorido e pequenino e cabia inteirinho na palma da sua mão e um Amor Absoluto pela humanidade expandiu-se por seu corpo e espírito e, por fim, tornou-se uma Estrela.

Essa estrela todas as manhãs se transforma em passarinho, um rouxinol e vai cantar sua canção de amor em frente a sua janela para aquecer seu coração e provar que o Amor é a única coisa nessa vida que fica e vale a pena ser vivida.

Abra a janela e deixe a canção do passarinho entrar no seu coração.

Franklin Maciel



O Rouxinol e a Rosa

O Rouxinol e a Rosa

Oscar Wilde

_ Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas – exclamou o Estudante – mas estamos no inverno e não há uma única rosa no jardim...

Por entre as folhas, do seu ninho, no carvalho, o Rouxinol o ouviu e, vendo-o ficou admirado...

_ Não há nenhuma rosa vermelha no jardim! – disse o Estudante, com os olhos cheios de lágrimas. – Ah! Como a nossa felicidade depende de pequeninas coisas! Já li tudo quanto os sábios escreveram. A filosofia não tem segredos para mim e, contudo, a falta de uma rosa vermelha é a desgraça da minha vida.

Eis, afinal, um verdadeiro apaixonado! – disse o Rouxinol. Tenho cantado o Amor noite após noite, sem conhecê-lo no entanto; noite após noite falei dele às estrelas, e agora o vejo... O cabelo é negro como a flor do jacinto e os lábios vermelhos como a rosa que deseja; mas o amor pôs-lhe na face a palidez do marfim e o sofrimento marcou-lhe a fronte.

_ Amanhã à noite o Príncipe dá um baile, murmurou o Estudante, e a minha amada se encontrará entre os convidados. Se levar uma rosa vermelha, dançará comigo até a madrugada. Somente se lhe levar uma rosa vermelha... Ah... Como queria tê-la em meus braços, sentir-lhe a cabeça no meu ombro e a sua mão presa a minha. Não há rosa vermelha em meu jardim... e ficarei só; ela apenas passará por mim... Passará por mim... e meu coração se despedaçará.

_ Eis um verdadeiro apaixonado... – pensou o Rouxinol. – Do que eu canto, ele sofre. O que é dor para ele é alegria para mim. Grande maravilha, na verdade, é o Amar! Mais precioso que esmeraldas e mais caro que opalas finas. Pérolas e granada não podem comprá-lo, nem se oferece nos mercados. Mercadores não o vendem, nem o conferem em balanças a peso de ouro.

_ Os músicos da galeria – prosseguiu o Estudante – tocarão nos seus instrumentos de corda e, ao som de harpas e violinos, minha amada dançará. Dançará tão leve, tão ágil, que seus pés mal tocarão o assoalho e os cortesãos, com suas roupas de cores vivas, reunir-se-ão em torno dela. Mas comigo não bailará, porque não tenho uma rosa vermelha para dar-lhe... – e atirando-se à relva, ocultou nas mãos o rosto e chorou.

_ Por que está chorando? – perguntou um pequeno lagarto ao passar por ele, correndo, de rabinho levantado.

_ É mesmo! Por que será? – Indagou uma borboleta que perseguia um raio de sol.

_ Por quê? – sussurrou uma linda margarida à sua vizinha.

_ Chora por causa de uma rosa vermelha, - informou o Rouxinol.

_ Por causa de uma rosa vermelha? – exclamaram – Que coisa ridícula! E o lagarto, que era um tanto irônico, riu à vontade.

Mas o Rouxinol compreendeu a angústia do Estudante e, silencioso, no carvalho, pôs-se a meditar sobre o mistério do Amor.

Subitamente, abriu as asas pardas e voou.

Cortou, como uma sombra, a alameda, e como uma sombra, atravessou o jardim.

Ao centro do relvado, erguia-se uma roseira. Ele a viu. Voou para ela e posou num galho.

_ Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu cantarei para ti a minha mais bela canção!

_ Minhas rosas são brancas; tão brancas quanto a espuma do mar, mais brancas que a neve das montanhas. Procura minha irmã, a que enlaça o velho relógio-de-sol. Talvez te ceda o que desejas.

Então o Rouxinol voou para a roseira, que enlaçava o velho relógio-de-sol.

_ Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu te cantarei minha canção mais linda.

A roseira sacudiu-se levemente.

_ Minhas rosas são amarelas como as cabelos dourados das donzelas, ainda mais amarelas que o trigo que cobre os campos antes da chegada de quem o vai ceifar. Procura a minha irmã, a que vive sob a janela do Estudante. Talvez ela possa te possa ajudar.

O Rouxinol então, dirigiu o vôo para a roseira que crescia sob a janela do Estudante.

_ Dá-me uma rosa vermelha – pediu - e eu te cantarei a mais linda de minhas canções.

A roseira sacudiu-se levemente.

_ Minhas rosas são vermelhas, tão vermelhas quanto os pés das pombas, mais vermelhas que os grandes leques de coral que oscilam nos abismos profundos do oceano. Contudo, o inverno regelou-me até as veias, a geada queimou-me os botões e a tempestade quebrou-me os galhos. Não darei rosas este ano.

_ Eu só quero uma rosa vermelha, repetiu o Rouxinol, - uma só rosa vermelha. Não haverá meio de obtê-la?

_ Há, respondeu a Roseira, mas é meio tão terrível que não ouso revelar-te.

_ Dize. Não tenho medo.

_ Se queres uma rosa vermelha, explicou a roseira, hás de fazê-la de música, ao luar, tingi-la com o sangue de teu coração. Tens de cantar para mim com o peito junto a um espinho. Cantarás toda a noite para mim e o espinho deve ferir teu coração e teu sangue de vida deve infiltrar-se em minhas veias e tornar-se meu.

_ A morte é um preço exagerado para uma rosa vermelha – exclamou o Rouxinol – e a Vida é preciosa... É tão bom voar, através da mata verde e contemplar o sol em seu esplendor dourado e a lua em seu carro de pérola...O aroma do espinheiro é suave, e suaves são as campânulas ocultas no vale, e as urzes tremulantes na colina. Mas o Amor é melhor que a Vida. E que vale o coração de um pássaro comparado ao coração de um homem?

Abriu as asas pardas para o vôo e ergueu-se no ar. Passou pelo jardim como uma sombra e, como uma sombra, atravessou a alameda.

O Estudante estava deitado na relva, no mesmo ponto em que o deixara, com os lindos olhos inundados de lágrimas.

_ Rejubila-te – gritou-lhe o Rouxinol – Rejubila-te; terás a tua rosa vermelha. Vou fazê-la de música, ao luar. O sangue de meu coração a tingirá. Em conseqüência só te peço que sejas sempre verdadeiro amante, porque o Amor é mais sábio do que a Filosofia; mais poderoso que o poder.. Tem as asas da cor da chama e da cor da chama tem o corpo. Há doçura de mel em seus braços e seu hálito lembra o incenso.

O Estudante ergueu a cabeça e escutou. Nada pode entender, porém, do que dizia o Rouxinol, pois sabia apenas o que está escrito nos livros.

Mas o Carvalho entendeu e ficou melancólico, porque amava muito o pássaro que construíra ninho em seus ramos.

_ Canta-me um derradeiro canto – segredou-lhe – sentir-me-ei tão só depois da tua partida.

Então o Rouxinol cantou para o Carvalho, e sua voz fazia lembrar a água a borbulhar de uma jarra de prata.

Quando o canto finalizou, o Estudante levantou-se, tirando do bolso um caderninho de notas e um lápis.

_ Tem classe, não se pode negar – disse consigo – atravessando a alameda. Mas terá sentimento? Não creio. É igual a maioria dos artistas. Só estilo, sinceridade nenhuma. Incapaz de sacrificar-se por outrem. Só pensa e cantar e bem sabemos quanto a Arte é egoísta. No entanto, é forçoso confessar, possui maravilhosas notas na voz. Que pena não terem significação alguma, nem realizarem nada realmente bom!

Foi para o quarto, deitou-se e, pensando na amada, adormeceu.

Quando a lua refulgia no céu, o Rouxinol voou para a Roseira e apoiou o peito contra o espinho. Cantou a noite inteira e o espinho mais e mais foi se enterrando em seu peito, e o sangue de sua vida lentamente se escoou...

Primeiro descreveu o nascimento do amor no coração de um menino e uma menina; e, no mais alto galho da Roseira, uma flor desabrochou, extraordinária, pétala por pétala, acompanhando um canto e outro canto. Era pálida, a princípio, qual a névoa que esconde o rio, pálida qual os pés da manhã e as asas da alvorada. Como sombra de rosa num espelho de prata, como sombra de rosa em água de lagoa era a rosa que apareceu no mais alto galho da Roseira.

Mas a Roseira pediu ao Rouxinol que se unisse mais ao espinho. – Mais ainda, Rouxinol, - exigiu a Roseira, - senão o dia raia antes que eu acabe a rosa.

O Rouxinol então apertou ainda mais o espinho junto ao peito, e cada vez mais profundo lhe saía o canto porque ele cantava o nascer da paixão na alma do homem e da mulher.

E tênue nuance rosa nacarou as pétalas, igual ao rubor que invade a face do noivo quando beija a noiva nos lábios.

Mas o espinho não lhe alcançava ainda o coração e o coração da flor continuava branco – pois somente o coração de um Rouxinol pode avermelhar o coração de rosa.

_ Mais ainda, Rouxinol, - clamou a Roseira – raiar o dia antes que eu finalize a rosa.

E o Rouxinol, desesperado, calcou-se mais forte no espinho, e o espinho lhe feriu o coração, e uma punhalada de dor o traspassou.

Amarga, amarga lhe foi a angústia e cada vez mais fremente foi o canto, porque ele cantava o amor que a morte aperfeiçoa, o amor que não morre nem no túmulo.

E a rosa maravilhosa tornou-se purpurina como a rosa do céu oriental. Suas pétalas ficaram rubras e, vermelho como um rubi, seu coração.

Mas a voz do Rouxinol se foi enfraquecendo, as pequeninas asas começaram a estremecer e uma névoa cobriu-lhe o olhar, o canto tornou-se débil e ele sentiu qualquer coisa apertar-lhe a garganta.

Então, arrancou do peito o derradeiro grito musical.

Ouviu-o a lua branca, esqueceu-se da Aurora e permaneceu no céu.

A rosa vermelha o ouviu, e trêmula de emoção, abriu-se à aragem fria da manhã. Transportou-o o Eco, à sua caverna purpurina, nos montes, despertando os pastores de seus sonhos. E ele levou-os através dos caniços dos rios e eles transmitiram sua mensagem ao mar.

_ Olha! Olha! Exclamou a Roseira. – A rosa está pronta, agora.

Ao meio dia o Estudante abriu a janela e olhou.

_ Que sorte! – disse – Uma rosa vermelha! Nunca vi rosa igual em toda a minha vida. É tão linda que tem certamente um nome complicado em latim. E curvou-se para colhê-la.

Depois, pondo o chapéu, correu à casa do professor.

_ Disseste que dançarias comigo se eu te trouxesse uma rosa vermelha, - lembrou o Estudante. – Aqui tens a rosa mais linda e vermelha de todo o mundo. Hás de usá-la, hoje a noite, sobre ao coração, e quando dançarmos juntos ela te dirá o quanto te amo.

A moça franziu a testa.

_ Esta rosa não combina com o meu vestido, disse. Ademais, o Capitão da Guarda mandou-me jóias verdadeiras, e jóias, todos sabem, custam muito mais do que flores...

_ És muito ingrata! – exclamou o Estudante, zangado. E atirou a rosa a sarjeta, onde a roda de um carro a esmagou.

_ Sou ingrata? E o senhor não passa de um grosseirão. E, afinal de contas, quem és? Um simples estudante... não acredito que tenhas fivelas de prata, nos sapatos, como as tem o Capitão da Guarda... – e a moça levantou-se e entrou em casa.

_ Que coisa imbecil, o Amor! – Resmungou o estudante, afastando-se. – Nem vale a utilidade da Lógica, porque não prova nada, está sempre prometendo o que não cumpre e fazendo acreditar em mentiras. Nada tem de prático e como neste século o que vale é a prática, volto à Filosofia e vou estudar metafísica.

Retornou ao quarto, tirou da estante um livro empoeirado e pôs-se a ler...

Versão em português: Lázaro Curvêlo Chaves - julho de 2005

A Melhor coisa da minha vida... Você!

on Domingo, Novembro 15, 2009


"Ainda que eu nunca te veja
Ainda que eu nunca te ouça
Ainda que eu nunca te toque
VOCÊ É E SEMPRE SERÁ
A MELHOR COISA QUE ACONTECEU
NA MINHA VIDA"

(Franklin Maciel)

A Verdade

"A Verdade é Deus
E Deus começa em você
Continua em mim
E se completa quando juntos
SOMOS UM"

(Franklin Maciel)

REVOLUÇÃO PELO AMOR I

on Sábado, Novembro 14, 2009



"Não deixe que as dificuldades impostas pelo mundo te convençam de que não vale a pena ser bom, honesto, amigo e solidário. O Mundo já está repleto de gente egoísta, má e vigarista. Se se tornar um deles será apenas mais um remando contra a evolução da humanidade. Seja diferente, seja você mesmo, seja BOM nem que seja por rebeldia, para provar ao que perdem suas esperanças que existem caminhos diferentes"


Franklin Maciel.

Um Dia a Gente Aprende

on Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Um Dia a Gente Aprende

    Franklin Maciel


Com o tempo a gente aprende que acidentes simplesmente acontecem

por maiores que sejam nossas precauções


A gente aprende que palavras ditas em momentos de raiva, por mais que magoem

(e como magoam) nunca, nunca partem do coração


Com o tempo a gente aprende que todo o nosso orgulho, no fundo, só fez afastar

do nosso convívio pessoas, situações e lugares que amamos


Que beleza realmente atrai, encanta e fascina

Mas só o Amor e a Amizade mantém


Com o tempo a gente aprende que querer ter sempre mais e mais

Acaba fazendo com que sejamos cada vez menos


Que a gente desperdiça uma boa parte do tempo em coisas banais e sem importância e deixa muitas vezes de lado o que nos é essencial por pensar que sempre estará lá a nossa disposição


Com o tempo a gente aprende que Hora-Extra é Hora-A-Menos ao lado de quem se ama

E descobre que, se pudesse voltar atrás, pagaria o dobro para ter de volta esse tempo que não volta mais


Com o tempo a gente aprende que sempre machuca quem mais gosta

E que por falta de tato ou hábito, machuca e nem assopra

E quando se dá conta, muitas vezes é tarde


Com o tempo a gente aprende que reconhecer os erros e pedir perdão não é vergonha alguma


Que Amor quando é AMOR NUNCA MORRE, permanece firme e forte pela vida inteira

Por isso EU TE AMO, E VOU TE AMAR SEMPRE COM TODO O MEU CORAÇÃO


Franklin Maciel



A vida não é um detalhe

"No começo era uma NAMORADA que tinha uma espinha
Com o tempo, virou uma ESPINHA que tinha uma namorada!

Quem vive preso aos detalhes, abre mão da felicidade para render-se à desculpas"

Franklin Maciel